2012-06-11

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O humano e a biologia do amor e da solidariedade


Essa semana vem acompanhada do dia dos namorados, então eu trago pra vocês esse belo texto da Maria Cândida Moraes que fala da biologia do amor, de como é importante ser amado... ahhh... lindinho demais;  
                                                                                     
                               


“ Buscamos o amor como expressão máxima da vida, como aceitação do outro, como atenção genuína com o outro, como exemplo de harmonia, cuidado e zelo. A experiência nos mostra que jamais prejudicaremos alguém cujo bem-estar se encontra em nosso coração. Jamais prejudicamos alguém que verdadeiramente amamos e quando nos sentimos abandonados, solitários e vazios percebemos que deveríamos ter amado mais e ter sido mais amados pelos nossos pais, amigos, companheiros e filhos. É o amor, inseparável da esperança. Que traduz a beleza, a riqueza e a plenitude de nossa alma fluindo no dia a dia e que floresce nas diferentes vozes que se unem para entoar o mesmo cântico universal que constitui o nosso viver/conviver relacional.

(...)

Um coração cheio de amor atrai o amor em sua frequência vibratória, já que o seu operar fica impregnado de amor, aquele amor que incendeia os corações daqueles e daquelas que o necessitam e que se encontram adormecidos e anestesiados pelas vicissitudes da vida. Um coração amoroso é um coração mais sábio. Já que acreditamos que a sabedoria tem como capacidade de percepção e de conhecimento do que acontece ao nosso redor, como capacidade de compreender a verdade interior e de saber expressar-se de forma compassiva e generosa. É a biologia do amor, fonte geradora de sabedoria, que faz com  que o universo ao nosso redor seja mais amoroso, amistoso, menos hostil e mais belo. É a sabedoria, compreendida como combinação de conhecimentos intuitivos e intelectuais, como a capacidade que nos permite perceber, sentir e discriminar o que é importante na vida, que nos ajuda a saber quando devemos agir ou deixar de agir e onde devemos concentrar nossas atenções ou optar pelo esquecimento de algo que nos incomoda.

Uma vida sem amor não tem brilho, graça, beleza e cor, muito menos entusiasmo e alegria de viver. Sem amor, a vida não tem significado e sentido, e acreditamos ser esta uma das razões da existência de tanta violência neste mundo. Nesta altura da vida, acreditamos que estamos aqui para aprender a amar e ser amados incondicionalmente, o que significa ser fonte de amor e não ficar à espera de que outros cumpram esse papel, um amor gratuito, divino e transpessoal. É o amor incondicional que transforma o medo, aquele ruído que perturba a saúde do indivíduo, afetando suas emoções, atitudes e decisões de vida. Para tanto, é necessário manter-se aberto e receptivo, deixar que a biologia do amor flua e cumpra o seu papel transformador no ser humano.”

 

2012-06-09

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Lavagem das madechas

Meninas, pode parecer muito simples lavar os cabelos, mas erros comuns podem fazer toda diferença.

Aprendendo a lavar corretamente:

• Se possível, lave os fios em dias alternados. Caso a poluição e a oleosidade sejam excessivas, vale lavar diariamente.

• Aplique uma pequena dose de xampu. O ideal é que não ultrapasse o tamanho de uma ou duas moedas. 

• Tome banho a uma temperatura em torno de 20 oC. A água muito quente aumenta a oleosidade dos fios. 

• O xampu deve ser usado uma única vez. Repetir a aplicação desidrata as madeixas. 

• Massageie os cabelos suavemente com as pontas dos dedos, em movimentos verticais. Movimentos circulares estimulam a produção de gordura pelas glândulas sebáceas. 

• Finalize com o condicionador. Aplique o produto com as mãos espalmadas, friccionando o produto entre elas. 

• Jamais torça os fios e nem os desembarace embaixo do chuveiro. Isso pode arrancá-los.




2012-06-04

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O olhar; caminhos da felicidade #2





A felicidade está nos pequenos detalhes da vida e temos que buscá-los no cotidiano.

Bem, revirando as minhas coisas, achei esse texto daqui... um dos melhores que eu li até hoje;


                                        


"Como são tristes e sem brilho os olhos quando não contam com a atenção pretendida, quando veem morrer a esperança de serem reconhecidos como um olhar.

Olhar de encontro que rompe com obstáculos de aproximação e escuta para dar espaço à espontaneidade do outro: aquele que desvenda o mistério escondido e as sombras nos olhos que o fitam, ou que o evitam tantas vezes de forma insegura, aflita, temerosa, mas que o perseguem em busca de respostas.

Exercitar esse jeito de olhar é também torná-lo mais justo, despojado de preconceitos, que sabe discernir para avaliar a acomodar situações de conflito. Olhar que comunica adultidade e que mobiliza ações coerentes com aquilo a que os olhos atentam. 

O olhar afetivo é provocativo e perseverante, sem pausas, sinônimo de cuidado e zelo, capaz de admirar e admitir avanços, de incitar a apoiar mudanças."

Texto por João Carlos Martins e Lucilla da Silveira Leite Pimentel.



2012-06-03

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Torta gelada de merengue com frutos silvestres



Ingredientes:
  • 6 claras
  • 250g de açúcar
  • 600g de frutos silvestres variados
  • 1 Colher sopa açúcar em pó
  • 1 Colher sopa de licor de framboesa
  • 1 litro de natas líquidas
  • 5 Colher café de gelfix em pó
  • Papel vegetal para tabuleiro
Modo de fazer:
  1. Numa caçarola em banho-maria e com as varas, bater as claras com o açúcar.
  2. Numa Sado de pasteleiro com boquilha lisa e larga com a massa adquirida formar 4 discos de merengue, sobre uma folha de papel vegetal a cobrir um tabuleiro.
  3. Alisá-los e levá-los ao forno a secar a 15ºC, 20 minutos.
  4. Lavar os frutos silvestres.
  5. Separar os bagos de groselha das panículas.
  6. Reservar alguns frutos para a decoração final e polvilhar os restantes com o açúcar em pó.
  7. Bater 200g de natas.
  8. Soltar os discos de merengue do papel vegetal.
  9. Circundar um dos discos com o anel de uma forma de fundo amovível, excluindo os excessos de merengue para a decoração.
  10. Cobrir com as natas e levar ao congelador por 20 minutos.
  11. Bater outras 200g de natas, colocar uma colher de cada vez de gelfix em pó.
  12. Retirar a torta do frio, distribuir ¼ dos frutos preparados sobre as natas, cobrir com um disco de merengue e mais uma camada de natas e levar ao congelador mais 20 minutos.
  13. Repetir até os ingredientes acabarem, à excepção de 200g de natas.
  14. Retirá-lo do congelador 2 horas antes de servir, afastar o anel da forma fixador.
  15. Bater os 200g de natas para barrar a torta.
  16. Guarnecer o topo com os frutos reservados e dispersar sobre eles os excessos de merengue.